TCM-BA aprova contas da Câmara de Feira de Santana na gestão de Eremita Mota

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A vereadora Eremita Mota comentou, durante a sessão da Câmara Municipal de Feira de Santana realizada na terça-feira (18), a aprovação com ressalvas das contas do Legislativo referentes ao exercício de 2024, período em que ela presidia a Casa. As contas foram analisadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), que aprovou o exercício com ressalvas.

Durante o pronunciamento na Tribuna, Eremita destacou o resultado e relembrou ações realizadas durante os dois anos em que esteve à frente da Câmara.

“Para mim foi motivo de muita alegria, porque fui a primeira mulher a presidir a Casa, durante tantas décadas de funcionamento da câmara em Feira de Santana. Apesar de pouco tempo de mandato, apenas 2 anos, eu considero um grande feito, um grande marco, um legado que deixo com a minha gestão e com a minha vida pública. Tratar o dinheiro público com muito respeito e com muito carinho e dignidade. Hoje vemos essa Casa toda reformada e entre tantos feitos, uma das maiores foi preservar esse patrimônio público que é um dos mais antigos de Feira de Santana e que estava em estado ruim. As pessoas chegavam a se molhar em algumas áreas quando estava chovendo e também no sol não tinha condições de ficar. Hoje temos um ambiente climatizado, onde foi verificado na reforma que até o telhado, que já tinha muitos anos sem mexer, foi melhorado”, diz.

A vereadora também comentou a existência das ressalvas apontadas pelo órgão de controle. Segundo ela, a presença de valores ou despesas que permanecem em aberto na transição entre exercícios não significa, necessariamente, irregularidade na aplicação dos recursos.

“Sou muito grata por ter feito e ter dado certo. O prédio Anexo também que deixamos 70% pago, todas as obras. Além disso dei maior valorização aos servidores, aos vereadores, tenho muita emoção, mas também muita consciência de um dever cumpridos ressalvas do TCM, são porque quando você finaliza um mandato, é impossível deixar sem nenhuma demanda, totalmente zerado. Isso acontece porque, a gente encerra em dezembro e em janeiro, no dia seguinte, a Câmara já vai pagar a servidor, despesas como conta de luz, por exemplo, ou seja, tem outras coisas que precisa pagar no mês de janeiro, então há esse resíduo, onde tem que deixar o dinheiro na conta. Então, tudo que não é zerado, o Tribunal sabe que vai passar para o outro e põe ressalva”.

Foto: Amaury JR
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