Gestão de Fábio Rodrigues mantém Câmara de Feira funcionando com excelência

Quem acompanha as sessões da Câmara Municipal de Feira de Santana vê vereadores, discursos e votações dominarem a cena. Mas por trás do plenário existe uma estrutura que funciona 24 horas por dia para sustentar a produção legislativa, o atendimento à população e toda a rotina administrativa da Casa. No centro dessa operação está a Direção-Geral, comandada por Fábio Rodrigues.

Responsável pela coordenação de vários servidores, o diretor conduz a engrenagem que mantém o Legislativo municipal de pé. São processos, protocolos, logística e atendimento que precisam responder, ao mesmo tempo, a demandas de vereadores, servidores e da sociedade civil.

“A atuação, sempre alinhada às diretrizes da presidência da Casa, prioriza a organização dos fluxos de trabalho e a ampliação do diálogo entre os setores”, destaca Rodrigues ao falar sobre os pilares da gestão.

Segundo a direção, a estratégia tem sido reorganizar a rotina interna com foco em dois pontos: modernização dos processos e mais acessibilidade. Isso envolve desde a digitalização de fluxos até ajustes no atendimento ao público que busca a Câmara. A ideia, de acordo com Fábio, é reduzir gargalos e dar respostas mais rápidas às solicitações internas e externas.

A rotina do cargo exige atenção permanente. Enquanto o plenário debate projetos, a Direção-Geral monitora demandas administrativas, fiscaliza o cumprimento de prazos e articula soluções entre departamentos que nem sempre têm a mesma dinâmica de trabalho.

“A postura de escuta e acompanhamento das necessidades internas tem sido um dos pilares de sua gestão”, pontua a administração da Casa ao descrever o estilo de comando adotado por Rodrigues.

Longe do microfone e dos holofotes do debate político, o Diretor-Geral avalia que a função técnica é decisiva para o equilíbrio institucional. Sem essa base, segundo ele, o trabalho legislativo perde ritmo e a população sente o impacto direto no atendimento.

Para analistas da gestão pública, o papel da Direção-Geral ganhou relevância nos últimos anos justamente porque o Legislativo deixou de ser apenas espaço de discussão para se tornar também prestador de serviço. É nesse ponto que entra a atuação de Fábio Rodrigues: transformar a burocracia em processo funcional.

Na avaliação da própria Câmara, a condução técnica da Direção-Geral revela que o bom funcionamento do Legislativo municipal depende tanto dos discursos em plenário quanto da organização nos bastidores. E é aí que a gestão de Rodrigues busca deixar marca: menos ruído administrativo, mais eficiência.

Foto: Amaury JR