Sindicato dos Metalúrgicos lamenta morte de jovem trabalhador em fábrica de Feira de Santana e cobra apuração rigorosa

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O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Feira de Santana e Região, STIM, manifesta profundo pesar pela morte de Marlon Amorim de Souza, de 22 anos, ocorrida na manhã desta quinta-feira, 3 de setembro, durante o trabalho em uma fábrica de pré-moldados instalada às margens da BR-324, no bairro Limoeiro, em Feira de Santana.

Marlon, que morava em Amélia Rodrigues e trabalhava como ajudante prático de pré-moldados, morreu após ser prensado durante uma atividade na empresa. O acidente aconteceu por volta das 10h20. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu, foi acionado, mas o trabalhador não resistiu.

Assim que tomou conhecimento do ocorrido, o STIM esteve no local para acompanhar a situação e prestar apoio aos trabalhadores. O presidente do Sindicato, Thiago Azevedo, relatou que a morte provocou forte comoção entre a categoria. A Gerência Regional do Trabalho, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, Cerest e Uma equipe da Auditoria-Fiscal do Trabalho estiveram presentes no local para adoção das medidas necessárias.

Durante a presença do Sindicato na fábrica, trabalhadores fizeram relatos sobre possíveis problemas relacionados à manutenção e ao funcionamento de equipamentos. Segundo depoimentos publicados pelo site Acorda Cidade, no momento do acidente houve dificuldade para movimentar as estruturas que prensaram Marlon. Essas informações são relatos dos funcionários e deverão ser verificadas pelos órgãos responsáveis durante a apuração das circunstâncias do acidente.

Para o STIM, a morte de um trabalhador durante o exercício de sua atividade profissional exige uma investigação rigorosa, transparente e capaz de esclarecer todas as circunstâncias que levaram à tragédia, inclusive as condições de segurança, manutenção de equipamentos e procedimentos adotados no ambiente de trabalho.

“Nenhum trabalhador pode sair de casa para trabalhar sem a garantia de que voltará vivo para sua família. A vida do trabalhador precisa estar acima de qualquer produção. É preciso esclarecer o que aconteceu e garantir que todas as medidas sejam tomadas para que uma tragédia como esta não se repita”, afirma o presidente do STIM, Thiago Azevedo.

O Sindicato acompanhará as investigações e a atuação dos órgãos competentes, além de permanecer à disposição dos trabalhadores da empresa e dos familiares de Marlon.

Neste momento de profunda dor, o STIM se solidariza com a família, os amigos e os companheiros de trabalho de Marlon Amorim de Souza.

Em defesa da vida, da dignidade e da segurança dos trabalhadores.

STIM Feira de Santana e Região

Crédito: Reprodução
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